UM LIVRO LEVE E GOSTOSO DE LER: 100 PSICOGRAFIAS, 100 HISTÓRIAS DE VIDA E DO DESPERTAR DE PESSOAS COMO EU E VOCÊ

VOZES DO CAMINHO

LIVRO DE PSICOGRAFIAS

VOZES DO CAMINHO apresenta o nosso testemunho, mesmo baseado em experiências pessoais e sem provas conclusivas, de que a morte não existe. A vida não cessa, e precisamos seguir em frente, aprendendo sempre e trabalhando pela nossa transformação pessoal.

Uma leitura fluída e edificante, com histórias de entidades diversas que narram suas impressões diante de uma verdade jamais imaginada pelas atuais “velhas” crenças.

Abra sua mente e aventure-se pelo caminho das vozes. Permita que a leitura desafie seu universo e jogue uma nova luz sobre este tema tão complexo para o entendimento humano.

EU NÃO SOU ESPÍRITA

POR QUE DEVO LER

VOZES DO CAMINHO?

PORQUE RELIGIÕES SÃO CRIAÇÕES HUMANAS

PORQUE RELIGIÕES

SÃO CRIAÇÕES HUMANAS

A PERCEPÇÃO DE "DEUS"

ESTÁ ALÉM DE QUALQUER CRENÇA TERRENA

ESTÁ ALÉM DE QUALQUER

CRENÇA TERRENA

A leitura te afasta da rotina e traz paz de espírito e conhecimento. Conhecer é abrir a mente, é avançar sobre novas esferas de percepção.

Assim, este tipo de leitura pode te ajudar a entender que:

100 PSICOGRAFIAS

100 histórias de vida

LEITURA EDIFICANTE

Para todas as idades

TRANSFORMAÇÃO

Abra sua mente

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para quem você ama

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VEJA TRECHOS DE

PSICOGRAFIAS

Naquele dia me senti muito cansada. Parecia que meu corpo havia ficado mais pesado. Era um sábado à tarde e falei a meu marido que iria me deitar um pouco.
Assim fiz. De início, o ruído das crianças brincando era muito alto e eu não conseguia pegar no sono. De repente, tudo ficou quieto e penso que dormi profundamente.

Acordei bem disposta e levantei. Olhei no relógio e somente dez minutos haviam se passado. Olhei para trás e gelei ao ver meu próprio corpo sobre a cama. Fiquei atordoada, sem saber o que fazer.

Como a princípio não sabia como sair do quarto, esperei meu marido aparecer. Demorou, mas ele estranhou o fato de eu estar dormindo há tanto tempo e veio me acordar.
Acompanhei o desespero dele ao se dar conta da situação e depois acompanhei todos os demais dolorosos desdobros.

Meu consolo foi descobrir que minha filha mais nova podia me ver e me ouvir. Esta bênção foi perdendo a intensidade, mas perdurou até por volta dos seus catorze anos.
De qualquer forma, o objetivo de eu vir aqui hoje é dizer que os seus relacionamentos são a base de sua existência, são tudo o que você tem… [continua]

Putz! Não podia ser verdade, mas tudo levava a crer que era isso mesmo. Morri.
Mas, como pode? Tudo estava diferente, mas eu estava absolutamente o mesmo, igualzinho. Bom, talvez um pouquinho mudado…
Meu corpo, sentimentos, fome, respiração, tudo igual. Mas, o resto… Minha visão parecia penetrar a mente das pessoas. Bastava olhar e na maioria das vezes eu podia “ouvir” seus pensamentos.
Seres e pessoas estranhas estavam também por todos os lados. Confesso que isto tudo me deixava um pouco atordoado.

O que me incomodava de verdade era minha idade. Mal cheguei aos 22.
E o pior: não tinha a mínima ideia de como aconteceu. Doença não foi (acho…). Assalto? Acidente? Ataque do coração? Que tormento não saber!
E minha mãe que não parava de chorar? E eu ali, sem poder fazer nada.

Resolvi então me afastar em busca de ajuda e de aprender como viver na nova vida. Andei bastante, pra lá e pra cá. Encontrei gente, muita gente em situação pior do que a minha. Alguns mortos há muitos anos e ainda totalmente perdidos.

Temi ficar como eles e rezei por ajuda, chamei minha avó e meu avô por muitas vezes até que ela me apareceu, de repente.
Levei tamanho susto ao rever minha avó morta, e já ia sair correndo quando lembrei que eu era também um fantasma (que cômico!).
Ela me acolheu e me ajudou a entender o quê, e por que tudo aconteceu.
Do que morri? Hoje já sei e compreendo que tinha que ser … [continua]

Eu era bem jovem.
Contava com 25 anos, recém formado advogado, pais ricos, casamento marcado. Minha noiva era linda, rica como eu, inteligente.
Seria uma ótima esposa e uma ótima mãe. Seria e foi, só que com outra pessoa.

Pois é. Eu não pude ir ao meu casamento. Na verdade, faltei ao meu próprio casamento e não dei nenhuma explicação. Afinal, naquele dia eu simplesmente não acordei.

Depois de uma bela festa de despedida de solteiro, ótima, mas sem excessos, fui dormir feliz e ansioso pelo casamento que seria no dia seguinte.
Ao amanhecer, levantei-me de pronto, sentindo-me extremamente leve. Demorei um pouco para perceber que eu acordei, mas o meu corpo não.

Fiquei horas ali parado, sem saber o que fazer, observando meu corpo que aparentemente ainda dormia. Foi um choque quando minha mãe estranhou e veio me chamar… [continua]

Quantos assassinei? Quantas vidas interrompi? Pelas minhas mãos, nenhuma. Sob minhas ordens, talvez alguns milhões.

Falta-me ar. Mal posso respirar desde que aqui cheguei.
Sim, sim, sou um monstro. Ouço isto minuto após minuto, dia após dia. Sou culpado, sinto-me culpado.
Em vida acreditei piamente estar fazendo um favor à humanidade, melhorando a raça humana no planeta, livrando-a de seres inferiores. Deixei-me levar por ideias que, hoje, reconheço insanas. Ideias de um lunático a quem não posso culpar, porque afinal eu as aceitei e as segui.

No início, promoções, uma bela carreira, uma vida de luxo e glória. Com a queda do Reich, a fuga, os anos de exílio longe da pátria, em meio de gente tão inferior e desprezível que eu mal podia aceitá-la como seres humanos.
Localizado e capturado por aqueles que eu tanto odiava, fui julgado e condenado à forca. Desencarnei com a corda apertando meu pescoço, sob os olhares de centenas de judeus, pensando que iria para a Glória. Ao abrir os olhos do espírito, vi que as centenas de encarnados estavam acompanhados de milhares de desencarnados, de horrendo aspecto.

Com o mesmo ódio com que os tratei em vida fui tratado. Arrastado aos umbrais, sofri todo tipo de tortura e humilhação. Desde meu enforcamento, em 1962, fui prisioneiro do ódio e do rancor daqueles que mandei executar, destruindo seus lares, suas famílias e suas vidas.
Nunca tive Deus no coração. Isto nunca fez parte da minha cultura. Mesmo assim, o sofrimento atroz me fez, ainda que num lampejo, renegar meu passado e pensar Nele.

Resgataram-me. Tiraram-me da catacumba fria e sombria onde sobrevivia aos maus tratos de meus algozes. Fui levado a um posto de socorro, onde tratam-me com dignidade e bondade. Tempos depois vim a compreender que o posto de socorro se localiza sobre o espaço de Israel, e que praticamente todos que ali humildemente servem foram judeus quando encarnados. É desconcertante ser tão bem tratado pelo povo a quem tanto ódio nutri durante minha última existência.
Tempos depois que fui socorrido comecei a entender a extensão de meus erros.
Fui informado de que talvez não me seja permitido reencarnar na Terra e que terei que buscar o aprendizado redentor num mundo mais denso e atrasado … [continua]

REFLEXÕES

DESTACADAS DO LIVRO

Definição de Inferno:

“No seu último dia na Terra a pessoa que você se tornou vai encontrar a pessoa que você poderia ter se tornado.”
Anônimo

“Tenha um bom relacionamento com seus familiares e amigos. Diga sempre o que tem a dizer e aprenda a ouvi-los, enquanto todos estão do mesmo lado da vida. Assim vocês não precisarão de uma pessoa como eu quando eles já tiverem partido”.
John Edward

Definição de Inferno:

“No seu último dia na Terra a pessoa que você se tornou vai encontrar a pessoa que você poderia ter se tornado.”
Anônimo

“Tenha um bom relacionamento com seus familiares e amigos. Diga sempre o que tem a dizer e aprenda a ouvi-los, enquanto todos estão do mesmo lado da vida. Assim vocês não precisarão de uma pessoa como eu quando eles já tiverem partido”.
John Edward

“Em todos estes anos dedicamos nosso tempo com Amor e desprendimento e nos damos por satisfeitos se, ainda que por um breve momento, nosso trabalho tenha iluminado uma alma apenas”.
Lidionete Pires de Campos

“Depois de sucessivas passagens por este planeta, o homem finalmente encontra-se em condições de buscar a Verdade. Outras vidas virão até que possa realmente compreendê-la”. 
Manoel Dantas

“Em todos estes anos dedicamos nosso tempo com Amor e desprendimento e nos damos por satisfeitos se, ainda que por um breve momento, nosso trabalho tenha iluminado uma alma apenas”.
Lidionete Pires de Campos

“Depois de sucessivas passagens por este planeta, o homem finalmente encontra-se em condições de buscar a Verdade. Outras vidas virão até que possa realmente compreendê-la”. 
Manoel Dantas

O QUE AS

PESSOAS

ESTÃO DIZENDO

Carla Anastácio

O leitor sentirá o choque, a incredulidade, a perplexidade, a confusão e o intenso medo que permeiam o relato de cada irmão desavisado ao enfrentar a própria morte, todos de repente cara a cara com uma verdade incompreensível ante as arraigadas e velhas crenças terrenas antes cultivadas. Experimentará, ainda, sentimentos mais nobres como a esperança, a serenidade e o amor contidos nas palavras de entidades mais elevadas, sempre presentes junto aos mais humildes, aconselhando e chamando à razão. Vozes do Caminho poderia muito bem intitular-se “Luzes do caminho”, pois este é o bendito papel deste livro: ser luz nos caminhos das pessoas e mostrar-lhes que elas podem seguir iluminadas na outra vida, além da morte física

Marilda Tirabassi

Na minha opinião a leitura de Vozes do Caminho me permitiu refletir sobre nossas ações e suas consequências a importância do amor e acima de tudo a construção da nossa jornada de evolução espiritual através das vivências

Débora Borges

A evolução espiritual pode ocorrer de diversas maneiras e uma das mais importantes é pelo estudo.
Sem nenhuma dúvida, a leitura de Vozes do Caminho contribuiu muito para a ampliação de minha consciência como ser humano, como ser de luz e como minhas ações impactam em quem sou hoje e, principalmente, após a partida deste plano espiritual.
Além disso, as mensagens dos obreiros de luz sobre como devemos caminhar para nossa evolução e de como é a morado do Pai, conforta e dá energia para seguirmos no caminho do bem, da virtude e do desapego.

Keli Vânia

Uma leitura interessante, que prende a atenção do início ao fim. São histórias curtas e cada uma traz uma reflexão.
E, pelo fato das histórias serem curtas, dá vontade de ler a próxima e depois a próxima. O melhor é que cada história traz a afirmação da continuidade da vida, o que para mim foi de grande consolo e me trouxe muita paz e confiança no futuro.

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Formato PDF – 188 páginas

ISBN 978-85-907175-2-2

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SOBRE O AUTOR

Sou uma pessoa comum que certo dia se viu conectado a uma nova dimensão de consciência. Tudo isso começou há mais de 20 anos, e desde então venho servindo como intermediário e instrumento dos trabalhadores de última hora.

A passagem do meu avô, consumido meses a fio por um câncer, foi um divisor de águas na minha vida. Minha primeira reação foi afastar-me ainda mais das religiões tradicionais, incapazes de justificar porque coisas assim podiam acontecer. Qualquer tentativa de explicação originada destas crenças convencionais não fazia sentido pois, no meu raso entendimento, seria injustificável uma pessoa boa e dedicada à família como ele ser submetida a desproporcional sofrimento.

Foi André Luiz e sua obra, pelas mãos de Chico Xavier, quem me chamou a atenção para algo mais além das ilusões deste mundo:
“Uma existência é um ato. Um corpo, uma veste. Um século, um dia. Um serviço, uma experiência. Uma morte, um sopro renovador. Quantas existências, quantos corpos, quantos séculos, quantos serviços, quantos triunfos, quantas mortes necessitamos ainda?”

Hoje me sinto seguro ao afirmar, mesmo baseado em experiências de cunho pessoal e sem provas conclusivas, que a morte não existe. Das psicografias feitas, muitas foram as impressões que ficaram gravadas em minha mente. Impressões angustiantes de fome, frio e sede. O desespero da forca, a tristeza da solidão, o rancor da escravidão, a dor pela morte precoce, a revolta de ter a vida roubada por gesto traiçoeiro e a incredulidade de ver os bens sendo usurpados por terceiros.

Por outro lado, estão registradas para sempre no coração as sensações de júbilo, de elevação e de amor incondicional, pelo privilégio de ter sido o instrumento dos meus avós de outros amigos e personalidades iluminadas, em diversas ocasiões. Estes contatos renovaram minha fé no futuro e minha crença em um mundo melhor, além de me permitirem entreolhar uma nova dimensão de consciência.

De todas as lembranças, porém, a mais recorrente é a perplexidade da maioria ao compreender que o corpo não existe mais. É desconcertante identificar-se “do outro lado” e constatar que a situação não se transformou milagrosamente, como creem as massas. Para alguns é ainda mais desconcertante tomarem ciência de que não são mais os detentores de cargos imponentes, títulos e bens acumulados por toda a vida, porque tudo isso simplesmente pertencia ao corpo que se foi.

Sim, o corpo se foi, mas a consciência continua viva, com as mesmas virtudes e vícios, porém sem o véu da hipocrisia humana.
Não há céu nem inferno.
Existe pura e simplesmente a verdade que cada um constrói para si mesmo.

A passagem do meu avô, consumido meses a fio por um câncer, foi um divisor de águas na minha vida. Minha primeira reação foi afastar-me ainda mais das religiões tradicionais, incapazes de justificar porque coisas assim podiam acontecer. Qualquer tentativa de explicação originada destas crenças convencionais não fazia sentido pois, no meu raso entendimento, seria injustificável uma pessoa boa e dedicada à família como ele ser submetida a desproporcional sofrimento.

Foi André Luiz e sua obra, pelas mãos de Chico Xavier, quem me chamou a atenção para algo mais além das ilusões deste mundo:
“Uma existência é um ato. Um corpo, uma veste. Um século, um dia. Um serviço, uma experiência. Uma morte, um sopro renovador. Quantas existências, quantos corpos, quantos séculos, quantos serviços, quantos triunfos, quantas mortes necessitamos ainda?”

Hoje me sinto seguro ao afirmar, mesmo baseado em experiências de cunho pessoal e sem provas conclusivas, que a morte não existe. Das psicografias feitas, muitas foram as impressões que ficaram gravadas em minha mente. Impressões angustiantes de fome, frio e sede. O desespero da forca, a tristeza da solidão, o rancor da escravidão, a dor pela morte precoce, a revolta de ter a vida roubada por gesto traiçoeiro e a incredulidade de ver os bens sendo usurpados por terceiros.

Por outro lado, estão registradas para sempre no coração as sensações de júbilo, de elevação e de amor incondicional, pelo privilégio de ter sido o instrumento dos meus avós de outros amigos e personalidades iluminadas, em diversas ocasiões. Estes contatos renovaram minha fé no futuro e minha crença em um mundo melhor, além de me permitirem entreolhar uma nova dimensão de consciência.

De todas as lembranças, porém, a mais recorrente é a perplexidade da maioria ao compreender que o corpo não existe mais. É desconcertante identificar-se “do outro lado” e constatar que a situação não se transformou milagrosamente, como creem as massas. Para alguns é ainda mais desconcertante tomarem ciência de que não são mais os detentores de cargos imponentes, títulos e bens acumulados por toda a vida, porque tudo isso simplesmente pertencia ao corpo que se foi.

Sim, o corpo se foi, mas a consciência continua viva, com as mesmas virtudes e vícios, porém sem o véu da hipocrisia humana.

Não há céu nem inferno. Existe pura e simplesmente a verdade que cada um constrói para si mesmo.

Sou uma pessoa comum que certo dia se viu conectado a uma nova dimensão de consciência. Tudo isso começou há mais de 20 anos, e desde então venho servindo como intermediário e instrumento dos trabalhadores de última hora.

A passagem do meu avô, consumido meses a fio por um câncer, foi um divisor de águas na minha vida. Minha primeira reação foi afastar-me ainda mais das religiões tradicionais, incapazes de justificar porque coisas assim podiam acontecer. Qualquer tentativa de explicação originada destas crenças convencionais não fazia sentido pois, no meu raso entendimento, seria injustificável uma pessoa boa e dedicada à família como ele ser submetida a desproporcional sofrimento.

Foi André Luiz e sua obra, pelas mãos de Chico Xavier, quem me chamou a atenção para algo mais além das ilusões deste mundo:
“Uma existência é um ato. Um corpo, uma veste. Um século, um dia. Um serviço, uma experiência. Uma morte, um sopro renovador. Quantas existências, quantos corpos, quantos séculos, quantos serviços, quantos triunfos, quantas mortes necessitamos ainda?”

Hoje me sinto seguro ao afirmar, mesmo baseado em experiências de cunho pessoal e sem provas conclusivas, que a morte não existe. Das psicografias feitas, muitas foram as impressões que ficaram gravadas em minha mente. Impressões angustiantes de fome, frio e sede. O desespero da forca, a tristeza da solidão, o rancor da escravidão, a dor pela morte precoce, a revolta de ter a vida roubada por gesto traiçoeiro e a incredulidade de ver os bens sendo usurpados por terceiros.

Por outro lado, estão registradas para sempre no coração as sensações de júbilo, de elevação e de amor incondicional, pelo privilégio de ter sido o instrumento dos meus avós de outros amigos e personalidades iluminadas, em diversas ocasiões. Estes contatos renovaram minha fé no futuro e minha crença em um mundo melhor, além de me permitirem entreolhar uma nova dimensão de consciência.

De todas as lembranças, porém, a mais recorrente é a perplexidade da maioria ao compreender que o corpo não existe mais. É desconcertante identificar-se “do outro lado” e constatar que a situação não se transformou milagrosamente, como creem as massas. Para alguns é ainda mais desconcertante tomarem ciência de que não são mais os detentores de cargos imponentes, títulos e bens acumulados por toda a vida, porque tudo isso simplesmente pertencia ao corpo que se foi.

Sim, o corpo se foi, mas a consciência continua viva, com as mesmas virtudes e vícios, porém sem o véu da hipocrisia humana.

Não há céu nem inferno. Existe pura e simplesmente a verdade que cada um constrói para si mesmo.