Caros,
Milhares de almas deixam a Terra todos os dias em lamentável estado de atraso moral, ou "em pecado", como dizia o Mestre há 2000 anos.
Mas, o que é o "pecado"?
Pecado é sair desta existência sem contar com a colheita positiva da evolução, é
reentrar no mundo espiritual em condições morais piores do que quando reencarnou
na Terra.
Lembram-se da parábola dos talentos(*)?
Pecado é passar a vida juntando riquezas terrenas, deixando de lado as verdadeiras, as que podem segui-lo além túmulo. É seguir religiões vazias, que cobram o seu dinheiro mas não cobram o seu aprimoramento moral. É deixar de agradecer pelo que é simples, porém insubstituível, como saúde e amor. É viver pedindo o impossível, colocando a culpa dos fracassos pela própria incapacidade na Divina Providência.
Muito temos trabalhado no resgate e recuperação destes enfermos d'alma. Toda ajuda é necessária e muito bem vinda.
Como podem nos ajudar?
Mudem agora sua atitude mental.
Foquem seus pensamentos no auxílio ao próximo e na caridade desprendida.
Busquem consistentemente seu crescimento moral, lutem com determinação para
verdadeiramente compreender seus carmas.
Só assim poderão dispensar o auxílio na hora da grande transição. Estarão assim, prontos ou muitos próximos de rapidamente poderem somar esforços na nossa luta por um mundo mais adiantado. Como queria o Cristo quando aqui esteve. Como quer o Cristo agora, que a grande transformação se aproxima.
Boa noite.
Manoel Dantas.
14- Pois será como um homem que, ausentando-se do país, chamou os seus servos e lhes confiou os seus bens.
15- A um deu cinco talentos, a outro, dois e a outro, um a cada um segundo a sua própria capacidade; e, então, partiu.
16- O que recebera cinco talentos saiu imediatamente a negociar com eles e ganhou outros cinco.
17- do mesmo modo, o que recebera dois ganhou outros dois.
18- Mas o que recebera um, saindo, abriu uma cova e escondeu o dinheiro do seu senhor.
19- Depois de muito tempo, voltou o senhor daqueles servos e ajustou contas com eles,
20- Então, aproximando-se o que recebera cinco talentos, entregou outros cinco, dizendo: Senhor, confiaste-me cinco talentos; eis aqui outros cinco talentos que ganhei.
21- Disse-lhe o Senhor: Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu Senhor .
22- E, aproximando-se também o que recebera dois talentos; disse: Senhor, dois talentos me confiaste; aqui tens outros dois que ganhei .
23- Disse-lhe o Senhor: Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei ; entra no gozo do teu Senhor.
24- Chegando, por fim, o que recebera um talento, disse: Senhor, sabendo que és homem severo, que ceifas onde não semeaste e ajuntas onde não espalhaste,
25- receoso, escondi na terra o teu talento; aqui o que é teu.
26- Respondeu-lhe, porém, o senhor: Servo mau e negligente, sabias que ceifo onde não semeei e ajunto onde espalhei?
27- Cumpria, portanto, que entregasses o meu dinheiro aos banqueiros; e eu, ao voltar, receberia com juros o que é meu.
28- Tirai-lhe, pois, o talento e dai-o ao que tem dez.
29- Porque a todo o que tem se lhe dará, e terá em abundância; mas ao que não tem, até o que tem lhe será tirado.
30- E o servo inútil, lançai-o para fora, nas trevas. Ali haverá choro e ranger de dentes.