A vida não pára.
A alma se liberta quando o corpo morre e a consciência sobrevive em forma de
energia pura.
Seguimos adiante, cada qual com
sua energia contida ou expandida segundo suas crenças mundanas e por seus
valores morais.
Não digo aqui que existam limites para os horizontes da alma. Existem sim os
limites impostos pela consciência de cada um, que nada mais produzem senão dosar
o avanço e o progresso espiritual.
Notem que digo "dosar" pois todos estão sujeitos à lei da evolução e não há como
retroceder.
Tenham, pois, certeza de duas
situações:
A primeira é que a vida vence a morte do corpo. A segunda é que as crenças
humanas são os fatores limitantes do progresso de cada um. São estas que ditarão
a velocidade do seu progresso espiritual.
Por outro lado, todas as religiões terrenas ensinam que, de alguma forma, a alma sobrevive a morte. Isto é bom. Todas as religiões, porém, tem sua própria receita para definir Deus, com maior ou menor grau de intolerância pelos supostos infelizes ou infiéis de outras crenças. Isto não é bom.
Peço a todos vocês, então, uma
profunda reflexão sobre minha despretensiosa mensagem. Seriam as religiões
resultados da interpretação humana e do pretenso poder que o homem exerce sobre
o homem, em nome de pavimentar o caminho que leva a Deus?
Quanto existe de positivo nas religiões e quanto há de conteúdo puramente
escravizante?
Aqui, deste lado da vida, não existem religiões ou formas rígidas de se crer em Deus. Ele simplesmente existe e está entre nós, independentemente das invencionices humanas.
Boa noite.
Jean Luc.