Cód:

250
26/10/2005
Autor:
Psicografado por: Cleber P. Campos
Ainda há tempo

Depois sucessivas passagens por este planeta, o homem finalmente encontra-se em condições de buscar a Verdade. Outras vidas virão até que possa realmente compreendê-la.

Ao longo das eras, grandes civilizações dominaram o pequeno planeta azul. Lemúria, Atlântida, Roma, Egito, Pérsia. Eu, você e muitos de nós moldamos o que hoje somos no seio destes povos.
Vivemos hoje, como já o fizemos antes em Atlântida, a euforia de uma época de grande desenvolvimento tecnológico, onde desfrutamos de extremo conforto e longevidade, graças aos avanços também no campo da medicina.
E, como em outros tempos, insistimos em repetir os mesmos erros. Apesar da ciência humana estar muita próxima de grandes descobertas que revolucionarão o mundo através da cura de diversos males do corpo, descuidamo-nos de nossa casa, como se pudéssemos viver fisicamente sem ar e sem água.

Esgotamos os recursos naturais, ignorando os sinais que a natureza nos manda, na forma de calor, ondas gigantes, terremotos e violentos furacões. Continuamos pilhando o planeta, juntando riquezas que não poderemos levar a lugar algum.
Novamente estamos muito próximos do ponto de ruptura, onde o desequilíbrio generalizado nos encaminhará para o inevitável recomeço.

Até quando continuaremos a buscar bens efêmeros às custas da destruição do que não nos pertence? Quando aprenderemos a respeitar e a preservar a natureza a s criaturas que Deus nos oferece como companheiros de jornada?
É urgente que tomemos consciência dos fatos, que são de extrema gravidade.

O colapso planetário aproxima-se, mas ainda há tempo de reverter a situação. caso contrário, a natureza, orquestrada por Deus, cuidará de recolocar as coisas no lugar, inclusive a prepotência humana.

E, depois de sucessivas passagens pelo planeta, o homem novamente encontrar-se-á em condições de buscar a Verdade. Só dependerá, novamente,  de cada um de nós quantas vidas serão necessárias para que possamos realmente compreendê-la.

Manoel Dantas.

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