Cód:

234
17/04/2005
Autor:
Psicografado por: Dalton
Oferta de: Lucrécia Reis
Nós torcemos por um mundo melhor

Nós torcemos por um mundo melhor, mas apenas torcer não basta.
É preciso que cada um faça sua parte, o que também não é fácil, e exige o trilhar espiritual sincero e fraterno, no fluxo da contramão da patologia social e suas seduções estereotipadas tão negativas.
É preciso vencer o ego aos poucos, e com muito sacrifício, para nós não nos tornarmos arrogantes e vaidosos, a fim de evitar nos transformarmos em seres ridículos e vergonhosos.
E preciso aprender a ser autêntico e espontâneo, onde as pessoas possuem modelos para tudo, com medo do novo, onde a indústria e o comércio se prostituem pelo lucro, louvando o externo, o efêmero e o vazio e esquecendo e desprezando de investir no melhor, o interno, a consciência, a espiritualidade, e o imperecível.
É preciso que os bons espiritualistas tenham compromisso com o que há de melhor, a boa moral, a cosmoética, a ajuda ao próximo sem ares de superioridade, o compromisso com a verdade e o conhecimento sem elitização, preconceito ou orgulho insanos.
É necessário simplificar e divulgar os bons conhecimentos, escolher a linha de pensamento de sua simpatia sem perder o universalismo. É preciso saber ouvir e fazer as críticas construtivas, que vem misturadas com as destrutivas dos assediadores invejosos e maldosos.
Seja no Reiki, no Johrei, na Cura Prânica, na Gnose, na Rosa Cruz, na Maçonaria, na Conscienciologia, no Espiritismo, no Espiritualismo, é imprescindível a abertura, a desmistificação, a divulgação do conhecimento de forma aberta e cordial, sem segredos, mistérios ou necessidade de iniciações a portas fechadas, que são fruto do ego da vaidade.
Não podemos nos valer apenas da boa vontade, é preciso um esforço maior, onde as egrégoras as vezes ficam nubladas diante das grandes formas-pensamento globais tão negativas. Os tarefeiros precisam se
empenhar mais, pois são ainda imaturos com excesso de autocomplacência e exigem tão pouco de si mesmos.
É incrível que muitos que se reúnem em volta de um suposto mesmo ideal espiritual, para estudar e trocar experiências, briguem entre si, troquem farpas e críticas, mesmo que a consciência que desejam
seguir, divulgue sempre o universalismo.
Nos torcemos por todos, mas principalmente por um ideal maior e melhor, que sem o devido esforço, não será alcançado tão cedo.
Esqueçam o ego e procurem o caminho do coração, mas com inteligência, sem perder de vista os aspectos mentais, a intelectualidade e os trabalhos de energia.
Mantenham as tarefas do lar e do trabalho bem firmes, pois é aí que os assediadores os pegam. Procurem manter sua sintonia elevada todos os dias a começar pela manhã ao acordar. O trabalho espiritual é secundário em função de seu karma pessoal. Cumpra suas obrigações mais íntimas, quite bem o seu karma pessoal (egokarma), para depois ter o direito de estudar a espiritualidade em equipe.
Pensem e sintonizem seus amigos espirituais logo cedo no banho matinal, não saiam de casa sem alguma proteção bioenergética (existem tantas!!!), renovem esta proteção durante o dia inteiro a cada 4 horas ou menos. Dirijam com cuidado!
Evitem a ociosidade mental e as más companhias, não tenham medo de dizer não. O assédio e a obsessão chegam pisando macio, simpáticos a fim de seduzi-los, e conseguem acesso mais facilmente do que nós, os
amparadores, que trabalham tanto por um mundo melhor e pela evolução do planeta.
Lembrem-se, nós só podemos ajudar nossos amparandos, se estes estiverem em sintonia mental sadia: boa leitura, boas músicas, bom lazer, boas companhias, bons lugares, etc. Desenvolvam o discernimento consciencial estudando e trabalhando.
A organização pessoal a fim de otimizar a evolução espiritual é fundamental na vida de cada um: esportes, exercícios físicos, meditação, grupos de estudo e leituras sadias.
Um grande abraço a todos os Amigos do Grupo, Recomendamos um esforço maior.
Ramatis


Sobre esta psicografia (anexo ao e-mail que recebemos)

Curitiba, 17/04/2005 - no teclado!!!
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Bem pessoal, eu me deitei cedo e cansado ontem a noite (sábado 16/04/2005) depois de um dia inteiro na faculdade (8:00 às 20:00) e disse a mim mesmo ao deitar: estou às ordens para os amparadores a noite fora do corpo, e amanhã será o dia inteiro dedicado a espiritualidade.
Levantei cedo expulso da cama por me sentir tão inquieto, talvez por excesso de energia. Liguei a TV um pouco, pois no domingo cedo é um raro momento de boa programação na Globo, enquanto meu chá verde aguardava a ferver. Tomei o chá em jejum e depois de alguns minutos um café bem simples com pão.
Fui tomar um banho logo em seguida(o que não dispenso de manhã e recomendo a todos que trabalham com bioenergia) e em seguida fui ao computador sem maiores pretensões, administrar as listas e grupos que modero e participo.
Vi o e-mail do Adilson e a mensagem Joana de Ângelis muito bonita, que transcrevi logo a seguir. Me veio uma intuição e um forte ímpeto que já conheço e me dispus a teclar na velocidade máxima que consegui (usando apenas 3 dedos - dois da mão esquerda e um da direita - risos!!!) e escrevi esta mensagem de Ramatis para o grupo. Espero que seja útil, mas desejo explicá-la ainda mais um pouco.
Quando Ramatis disse que há indivíduos que se reúnem em volta de ideais universalistas para estudar e debater a espiritualidade, está se referindo a diversos espiritualistas Ramatistas (ou Ramatisianos, como queiram) que se comportam como radicais intransigentes.
Eu mesmo há alguns anos atrás tive uma experiência desta aqui em Curitiba, terra de Ramatis. Fui conhecer um grupo, e no primeiro dia, quando senti as energias do grupo nunca mais voltei.
Tomei uma atitude e conversei com Andréa: o negócio é trabalhar sozinho. As pessoas podem ser muito maduras socialmente, com cara e trejeitos de profissionais bem sucedidos, mas são como crianças espirituais. Eu me considero imaturo socialmente (ainda bem!), sou um menino brincalhão e de bom humor, mas estou a caminho da maturidade espiritual, afinal este é o trabalho de minha vida e hoje, estou quase integralmente dedicado a ele.
Espero que compreendam o recado, QUE NÃO É MEU, e quem puder e quiser, faça uma leitura energética do texto (psicomentria) para constatar por si mesmo se é de Ramatis, o que para mim neste momento é certo.

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